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Advogados não devem bancar luxos a juízes

A OAB-SP condena a prática de advogados que financiam viagens e festas a magistrados. Isso é considerado antiético e incompatível com a ética profissional. A entidade busca manter a integridade do sistema judiciário.

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Folha Poder
08 de abril de 2026 às 12:16
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Advogados não devem bancar luxos a juízes

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seção São Paulo (OAB-SP), por meio do Tribunal de Ética e Disciplina, posicionou-se contra a conduta de advogados que promovem ou financiam benefícios materiais a juízes. Essa prática é vista como uma ameaça à imparcialidade e à integridade do sistema judiciário.

O Tribunal de Ética e Disciplina da OAB-SP entende que a relação entre advogados e magistrados deve ser baseada na ética e no respeito mútuo, sem qualquer tipo de favorecimento ou influência indevida. A entidade busca garantir que o sistema judiciário funcione de forma justa e transparente, sem qualquer tipo de interferência ou comprometimento.

A decisão da OAB-SP é um importante passo para manter a confiança pública no sistema judiciário e garantir que os advogados atuem de forma ética e responsável. A entidade continuará a monitorar e a tomar medidas para prevenir qualquer tipo de conduta antiética ou incompatível com a ética profissional.

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