Bolsonarista condenado troca cela por casa
Ex-policial penal condenado por homicídio pode cumprir pena em prisão domiciliar. Ele foi condenado em 2025 pelo assassinato de um petista em Foz do Iguaçu.

O ex-policial penal Jorge Guaranho, condenado pelo assassinato do guarda municipal e militante petista Marcelo Arruda, teve sua pena alterada para prisão domiciliar devido a problemas de saúde. Essa mudança foi possível após uma avaliação que comprovou a necessidade de acompanhamento médico constante.
A decisão que permitiu a transferência de Guaranho para prisão domiciliar inclui a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrônica, garantindo o monitoramento constante de seus movimentos. A condenação de Guaranho ocorreu em 2025, e o caso gerou grande repercussão devido ao contexto político envolvido.
A prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica é uma medida que visa equilibrar a necessidade de punição com a condição de saúde do condenado. Nesse caso, a saúde de Guaranho foi considerada um fator determinante para a mudança de regime de cumprimento de pena, permitindo que ele receba o tratamento médico necessário enquanto continua a cumprir sua pena.




